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domingo, 29 de novembro de 2015

Lucy


O que aconteceria a alguém que conseguisse controlar 100% o seu cérebro? Luc Besson dá-nos a sua visão em Lucy, quando uma jovem é transformada em correio de droga o o saco com a mesma se rompe dentro dela, provocando uma transformação no seu metabolismo.

Para além do que o filme nos transmite, muitas questões são levantadas de forma subliminar, quer por imagens, quer pela própria história. Algumas cenas transmitem situações com as quais já me deparei na realidade ou em sonhos.

Será Deus uma pessoa que alcançou esse controlo? O Nirvana, será a assumpção desse estado? Poderemos mesmo atingir a omnisciência? Não morremos? Temos uma alma? 

São muitas as interrogações que este filme nos suscita, mais do que as respostas...











Fiquem bem no lado escuro da lua.

sábado, 6 de setembro de 2008

Le Grand Bleu


Ontem várias situações convergiram na direcção deste excelente filme de Luc Besson, este sim editado em Portugal com o nome de "Vertigem Azul" e tem Jean Luc Barr, Rosanna Arquette e Jean Reno como interpretes principais.

Mais uma vez Luc Besson vem contar uma história de Amor pelo Mar, através da rivalidade/amizade entre 2 mergulhadores de apneia Jacques Mayol e Enzo Mollinari, sendo a história inspirada na vida real de Jacques Mayol e Enzo Mayorca. Excelente fotografia, uma história arrebatadora, uma banda sonora sublime (mais uma vez a cargo de Eric Serra) e o Mar, sempre o Mar como pano de fundo. Garantidamente um dos melhores filmes que já vi.

De referir que a realização deste filme serviu de base para o já citado Atlantis, pois foi durante a sua rodagem que Besson filmou magníficas imagens que serviram para este último.

Definitivamente a não perder.

Mergulhem bem, no Lado Escuro da Lua!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

The name is Bond, James Bond


Faz hoje 100 anos que nasceu Ian Fleming. Gostando ou não, os factos são claros: é o personagem que mais filmes tem, nenhum outro tem alimentado o imaginário de tantas gerações, a frase mais conhecida do cinema é precisamente a do título deste post, enfim poderíamos encontrar mais dados neste sentido.

Sempre preferi os livros aos filmes, uma excepção para o "From Russia with Love", que até ao lançamento de "Casino Royale" era o meu favorito, este marcou uma viragem, que espero seja definitiva, pois a aproximação ao texto mantendo uma actualidade politica está brilhante. Falando em actualidade essa foi sempre uma das razões do sucesso da série, sempre acompanhou a evolução politica.

Ian, como todos já devem saber, viveu algum tempo em Portugal, mais propriamente no Estoril cujo Casino serviu de inspiração para o seu primeiro livro. Em Portugal foi rodado "On Her Magesty Service", infelizmente interpretado pelo pior actor de todos os que fizeram o papel do agente menos secreto do mundo. Por falar nisso a fasquia foi logo colocada muito alta, Sean Connery dispensa qualquer apresentação, não gostei muito do Roger Moore, nem do Timothy Dalton, por outro lado Pierce Brosnan foi brilhante, quanto a Daniel Craig gostei imenso do seu papel de agente secreto imaturo, a progressão ao longo do filme foi brilhante e estou cheio de curiosidade para ver "Quantum of Solace" que se irá estrear este ano.

Fiquem Bem na Lua, no Lado Escuro da Lua!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Ainda o Atlantis

Coloquei na barra de vídeo extractos do You Tube sobre o filme Atlantis.

Assim poderão ter uma ideia melhor daquilo que vos descrevi no post anterior. Eu não me canso de ver e rever essa maravilha.

Fiquem Bem no Lado Escuro da Lua!

sábado, 5 de abril de 2008

ATLANTIS



Hoje venho falar de um filme, ou melhor DO filme da minha vida. Já me tinha referido a ele anteriormente e estava convencido que lhe tinha dedicado um post, fi-lo no entanto no antigo blog. Hoje resolvi postar sobre ele no Planeta d'agua e acabei por dar por essa falta.

Atlantis de Luc Besson é algo de extraordinário. Sem um único dialogo, sem um único actor humano, apenas o monólogo de abertura, que recomendo a audição na língua original - o francês, "Oblié un à un les sons de tous les jour (...) et plongé, PLONGÉ(...)". Fabuloso, colossal. Depois vem um verdadeiro festival de música, de Eric Serra, e imagem que em alguns casos nos deixam arrepiados de tanta beleza (destaco o bailado das Mantas ao som de La Sonnambula de Bellini interpretada de forma sublime por Maria Callas).

Luc Besson um dos melhores realizadores de cinema, filho de instrutores de mergulho, passou 5 anos da sua infância a acompanhar os pais à volta do mundo, tendo sofrido um acidente de mergulho aos 17 que o impossibilitou de mergulhar durante anos e o fez desistir do seu sonho de vir a ser um biólogo marinho e estudar golfinhos. Aos 18 anos regressa à sua cidade natal (Paris) e tem o primeiro contacto com a vida urbana, e pela primeira vez tem uma televisão. A vida escolar aborrecia-o e começou a escrever na escola os primeiros esboços de 2 das suas obras primas - Le Grand Bleu e Fifth Element. A sua cinematografia é enorme e destacam-se: Subway (1985), Le Grand Bleu (1988), Nikita (1990), Atlantis (1991), Leon (1994), The Fifth Element (1997), The Messenger: The Story of Joan d'Arc (1999) e Arthur et les Minimoys (2006) .

Antes de me debruçar sobre o artigo para a Planeta d'Agua li dezenas de criticas ao filme e posso afirmar que todas são unânimes em considerá-lo único, belo e transcendente - Arte Visual como chegaram a catalogá-lo. Acho que deve ser um dos filmes mais consensuais em termos de critica que já tive oportunidade de ver.

O seu amor pelo mar pode sentir-se em cada segundo deste filme, como me revejo nele e como me identifico com cada fotograma. Sinto arrepios cada vez que vejo o capítulo La Grace, o qual podem ver aqui, vou já dizendo que a qualidade do You Tube deixa muito a desejar em relação ao DVD, mas até aí se apercebe que há muito amor na forma como se harmonizou as imagens e a música. Talvez esse seja para mim o momento mais marcante do filme, mas qualquer um dos outros capítulos é excelente:
  • "Oublié un à un les sons de tous les jour. tout ces bruits, tout ces symboles de une vie qui a devenue moderne, urbain. Oublié ce environnement de verre et de métal. Oublié cette asphalte que chaque jour nous envers, plus vite, plus loin. Bienvenues au monde de Atlantis, le monde originel. Un monde magnifique, harmonieux, mystérieux. L'homme y est née, l´homme y a grandie et maori comme un prince héritier. Il éduqué ses sens au contact de ce monde sans pesanteur, ce monde livre de tout le chaos. L'amour, la tendresse, le ritme, la grâce, l'esprit. Autan de cadeaux offrait pas jamais par cette mer belle et généreuse. Oublié une à une les souvenirs de nos nombreuse générations. Oublié tous que vous savais, Plongé. Plongé quelques millions d'année au paravent au moment on la vie, cette idée merveilleuse aller devenir une réalité".
  • La lumiére - inicio o mergulho olho para cima e vejo a suave ondulação, a luz é filtrada pela superfície do mar e explode nas bolhas libertadas pelo regulador, cardumes de salemas, barracudas e de uma miríade de espécies feitos de prata reluzem e reflectem-na numa espécie de bolas de espelhos.
  • L' Esprit - um Golfinho surge, cedo surge um segundo dançam rodopiam ao som de oboés e fagodes, houve-se uma harpa e outros se juntam, tocam as trompas e estamos perante um cardume que dança alegremente, a música e o bailando são unos como em qualquer coreografia do Bolchoi.
  • Le Movement - um mero passeia-se junto ao fundo, uma tartaruga parece voar como se fosse uma gaivota, surge uma serpente marinha que ondula graciosamente, a música assume um tom árabe, estou a assistir a uma dança de ventre nas mil e uma noites submarinas.
  • Le Jeu - rodopio debaixo de água os leões marinhos vêem ter comigo e juntos dançamos loucamente através do oceano, pinguins mergulham das rochas e juntam-se nesta dança frenética, uma iguana parece executar o solo de viola.
  • La Grace - mergulho num naufrágio e vejo-me envolvido por uma multidão de peixes, procuro o meu lugar numa janela, ao longe surge a diva do mar, a voz quase divina de Maria Callas parece desenhar os movimentos das Mantas, não respiro, não quero perturbar este momento divino, a cada flutuação da voz da diva dos palcos a sua congénere marinha evolui, subindo com os agudos, descendo nos graves, shiu não faças barulho, não perturbes, de repente explodem as palmas e milhares de peixes surgem de todos os lados.
  • La Nuit - de repente estou numa floresta de laminárias, um polvo gigante passa por mim e deixa um rasto de ferrado, segue graciosamente lembrando uma andorinha, ele é o arauto da noite e conduz-me a ela um caranguejo transporta os ovos rubros nas costas, gorgónias abrem os seus leques capturando plancton.
  • La Foi - com o som de um trovão surge um casal de orcas, seguem-se 2 belugas, estou numa catedral de coral, o seu estilo gótico é acentuado pelo coro, a luz irrompe pelas vitrais.
  • La Tendresse - estou já no exterior é manhã oiço as aves marinhas chamarem e sou conduzido à presença de 2 manatins, aqui não se sabe o que é pressa, cardumes envolvem-nos e sou convidado para um pequeno-almoço de algas, pachorrento o manatim choca comigo, leva a mão à boca num pedido de desculpa envergonhado, dou-lhe um abraço e despeço-me.
  • L' Amour - estou numa fenda, sigo os leões marinhos e vejo-os apaixonados beijando-se e mordiscando, embrulham-se e amam-se, 2 serpentes marinhas enrolam-se, um casal de tartarugas deixam-se entusiasmar, o Nudibrânquio dança atraindo a sua parceira, até as moreias se deixam levar pela onda de amor que invadio o oceano.
  • La Haine - a silhueta de um anequim ondula com uma graciosidade feroz contra a luz da superfície, sinto um calafrio ao ver que vários se juntam, são dezenas, largas dezenas, estremeço um grande tubarão branco surge, olha-me e sorri-me ameaçadoramente, de súbito surge o ataque um anequim primeiro e depois outro abocanham uma presa, um frenesim de morte irrompe no cardume, o tubarão branco abre as mandíbulas colossais na minha direcção, um frio de morte desce pela minha coluna ao pensar que não há mordedura mais poderosa do que aquela no mundo, um tubarão baleia diz-lhe para deixar o convidado de Neptuno em paz, é majestoso um séquito de rémoras e peixes piloto acompanha-o, leva uma eternidade a passar por mim, deixo a sua enorme barbatana caudal desaparecer no azul, agradecendo.
  • La Naissance estou debaixo do gelo, a luz chega a mim através de fendas e ranhuras, sinto-me dentro de um útero à procura da saída para nascer de novo, olho para trás, uma luz difusa, sobrenatural, lembra uma aurora boreal, deslizo por um túnel e vejo num orifício a luz, renasci... estou sobre as ondas, um barco traça um risco branco, sou um albatroz!
Deixei-me levar pela sensação sempre arrebatadora provocada pela visualização deste filme e fui escrevendo, perdi a noção do tempo (são 06:00) e to espaço, daí o comprimento deste post.
Excerto em francês é a transcrição do monologo inicial do filme (peço desculpas por qualquer erro pois estou algo desabituado de escrever na língua gaulesa)

Talvez Atlantis esteja no Lado Escuro da Lua!

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Basic

Não! Não é a linguagem de programação que foi vulgarizada com ZX Spectrum. Lembram-se dele? aquela caixinha preta com teclas de borracha que se ligava ao televisor.

As horas perdidas a carregar os jogos a partir de cassetes de audio, no meu caso as horas a escrever programas, uns mais a atirar para o sério outros eram simplesmente jogos. Foi o meu 1º computador (apesar de já trabalhar com mainframes).

Bem mas o assunto é outro: Basic é o filme que estou a (re)ver, ou melhor comecei ontem só que adormeci e vou recomeçar hoje.

No papel principal John Travolta - tenho de admitir que nutro uma certa admiração por este actor. Depois de um início de carreira a atirar para o canastrão, andou em filmes de low-profile, fez uma ou outra aparição mais conseguida - estou a lembrar-me de "Blow Out" e da série "Olha quem fala" - para renascer com uma dimensão totalmente diferente em "Pulp Fiction" onde contracenou com Samuel L. Jackson, com quem também contracena neste filme.

É a história da investigação de uma série de homicídios ocorridos durante uma missão de treino de Rangers no Panamá, devido à complexidade do crime o comandante da base convida Hardy (Travolta) ,
um ex-Ranger, policia da DEA que está suspenso por suspeita de corrupção, para ajudar Osborne (Connie Nielsen), a policia militar, a interrogar os únicos sobreviventes, a estes juntam-se outras personagens, cada uma contando uma versão diferente da história. O clima opressivo é acentuado pela presença iminente de um furacão.

Um filme com sinal mais.

Fiquem Bem!

domingo, 25 de março de 2007

Casino Royale

The name is Bond, James Bond!

Tenho de confessar que sou um apaixonado pelo Universo Bond! A explicação começa com a minha primeira ida ao cinema: Estava a passar em Portimão numa sala de um Clube Recreativo, ao lado da Igreja (não me lembro o nome) o filme "007 - Ordem para matar" - "From Russia with Love" em reposição, aliás naquele cinema só passavam reposições. Nunca mais me esqueci daquele agente secreto, devorei todos os seus filmes, gravei-os em cassete e, finalmente, tenho-os em DVD. Cresci acompanhando cada lançamento, brinquei ao Bond milhares de vezes, ele foi o meu heroi da infancia.

A nivel mundial é a série cinamatografica mais celebre, quando foi feita uma sondagem a nível mundial sobre qual a frase mais célebre da história do cinema a resposta foi esmagadora: "The name is Bond, James Bond". Em termos de lucros apenas a saga Star Wars a ultrapassou, vamos lá a ver por quanto tempo, pois Bond anda pelas telas desde 1962, já lá vão 44 anitos e parece estar para ficar.

Já li alguns dos livros (tenho o Casino Royale e o Homem da Pistola Dourada), tenho a colecção que veio na pasta metálica (de resto uma das melhores prendas de Natal de que tenho memoria) esta pasta contém todos os Filmes do Bond excepto "Never Say Never", que não consigo encontrar em DVD mas tenho em Beta (O problema é que o Vídeo Beta está armazenado, sendo necessário instalá-lo para poder copiar o vídeo para um DVD), e o Casino Royale, que não tinha saído na altura.

Claro que não descansei encontro não comprei, uma prenda de aniversário a mim próprio. Depois de o ver 2 vezes (sim a 1ª é para devorar, a 2ª já é para apreciar os detalhes) aqui estou eu para tecer as minhas impressões:
  1. Depois de "From Russia with Love" este deve ser o Bond com menos artefactos, não há relógios detonadores, lasers, carros com bancos ejectaveis ou misseis, etc.
  2. É o filme que segue de uma forma mais fidedigna o livro, pelo menos dos que li e pelo que ouvi da critica.
  3. Talvez por isso o enredo seja um dos melhores que já vi, um ou outro apontamento criticável mas no compto geral uma das mais verosímeis historias em filme.
  4. Talvez a melhor fotografia que já vi num "Bond Movie".
  5. A personagem Bond desde filme nada tem a ver com os anteriores: menos cínica, menos emotiva, menos sofisticada, mais dura, mais vulnerável.
  6. Daniel Craig - Dizer que é o melhor Bond de sempre (como vem citado a Time Out New York) é algo exagerado, seguramente superior ao George Lazenby, ao Roger Moore e ao Timothy Dalton, mas em relação a Sean Connery e a Pierce Brosnan apenas posso dizer que é diferente. Não sou capaz de rotular qual é o melhor, a Daniel Craig falta mais um filme para poder aquilatar se está ao nível dos últimos ou se terei de colocá-lo num degrau abaixo. Neste caso era o personagem perfeito para o papel, Bond na sua 1ª missão, onde tinha ainda muito que aprender.
  7. No compto geral foi um dos melhores filmes de Bond de sempre, absolutamente recomendável.



Fiquem Bem!

quarta-feira, 21 de março de 2007

Kill Bill 1 & 2



Por vezes tenho pena de mim próprio e, durante todo esse tempo, um vento forte arrasta-me pelo céu.
Ditado Ojibwa
Convido a ouvirem a música que aqui coloquei, "Godnight Moon" dos ShivaRee Alias foi a audição desta musica e o prazer que me suscita que me levou a reescrever este post. A voz quente, aveludada e sensual de Ambrosia Parsley, a viola baixo e a percursão a marcarem o ritmo compassado e sensual, os apontamentos da viola sublinhando cada estrofe e o sintetizador o fim do verso. Aquele solo de viola, aliás a sua sonoridade tem qualquer coisa de Chris Isaac, os acordes do sintetizador a dar um recorte final no refrão - Magistral! Sem dúvida a mais sensual musica que já ouvi!

Esta música encerra o filme de Quentin Tarentino "Kill Bill 2", este(s) filme(s) foi(ram) para mim uma espécie de tábua de salvação numa altura particularmente difícil da minha vida! Por isso nunca serei isento a classificá-los, pois vejo-os não pelo que valem cinematograficamente mas sim de um ponto de vista muito subjectivo.

É claro que são do Quentim Tarentino, logo têm um certo selo de garantia, mas não me peçam para ser objectivo.

Naquela altura estava debaixo de uma enorme depressão, totalmente desesperado, revoltado, a transbordar de ódio, violento. Comprei um saco de boxe passava tardes a esmurrá-lo, fiz quilómetros a nadar, pratiquei Tai-Chi e vi e revi o Kill Bill dezenas de vezes.

Ultrapassei a crise e cá estou eu, posso agradecer à extrema violência desse filme, para a qual transferi a minha, grande parte do mérito desse feito. É irónico como um dos filmes mais violentos que já vi serviu para controlar a elevada violência que me consumia, foi uma espécie de combater o fogo com o fogo, acho eu. Ou então uma projecção dos meus desejos de vingança na personagem de Beatrix Kiddo, que vai atrás daqueles que quase a mataram e lhe tiraram a filha, matando-os um por um (e mais alguns que se atravessaram no caminho) até ao final apoteótico!

Não posso aconselhar a visualização desse filme a todos, mas para quem gostar do género de filmes com (muita) violência este é, para mim, o melhor.

1ª nota - Parte deste texto já tinha sido publicada no extinto "Dark Side of The Moon" mudei a foto e acrescentei mais umas linhas, retirando outras.

2ª nota - Ontem terminei este post um tanto abruptamente, pois tinha chegado a hora de entrar de serviço na Costa da Caparica, levando-me a ter de lhe dar uma voltinha hoje.

Fiquem Bem!

domingo, 4 de março de 2007

Uma verdade inconveniente


Vi o documentário "An Inconvenient Truth", em mim, posso dizer, que não produziu nenhum tomar de consciencia, nenhuma surpresa; consolidou e reforçou aquilo que há muitos anos tenho como um dado adquirido, estamos a matar o nosso planeta e a nós próprios e apenas pensamos nos lucros. No entanto trouxe-me algo de novo: A SITUAÇÃO É MAIS GRAVE DO QUE EU PENSAVA!

De facto, há já muitos anos atrás era alcunhado de lunático e radical (ainda não se usava o termo fundamentalista) por apoiar o Greenpeace, chegaram mesmo a chamar-me comunista envergonhado, pois todos aqueles que tinham preocupações ambientais eram logo marcados como comunistas, algo que nunca entendi, diga-se de passagem. Já passaram 15 anos desde a publicação daquela revista da foto, uma entre muitas que como apoiante do Greenpeace recebia em casa, a foto bem poderia ser de hoje, pois o problema continua o mesmo, embora a escala hoje já seja maior.
Recomendo vivamente o visionamento deste documentário pois se para alguns pode não causar nenhuma surpresa total para outros, talvez a maioria, é um verdadeiro murro no estomago! Já agora assinem a petição (de preferencia aqui no meu blog :-)

Fiquem Bem!